Primeiro os aplicativos educacionais baseados em IA aplicavam cursos pela internet comparando objetivos com resultados e descobriram que, introduzindo erros nos artefatos de ensino, provocaram reações que melhoraram as performances futuras dos alunos. Depois alguém teve a ideia de produzir kits que mediam as reações elétricas e químicas dos estudantes. Mas, em vez das ridículas toucas eletrosensíveis, o Duolingo financiou e produziu uma pulseira sensora que se comunicava com o aplicativo e dali a sua rede. A revolução que se seguiu abriu o caminho para os sensores cerebrais. Usar a fina touca, - disputada mundialmente e enviada via Internet por um bom preço - durante o aprendizado era o de menos, perto dos resultados. Logo depois veio o dispositivo auricular, muito mais confortável. Ele fazia um mapa completo do cérebro do aluno para os servidores do Duolingo. A missão da empresa era: “Ensino personalizado, tornar o aprendizado divertido, ser universalmente acessível”. Por omissã...